Venho aqui com mais um "Papos do Coração", um momento onde compartilho minhas experiências e reflexões sobre como é trazer coerência para o dia-a-dia e experimentar um novo estilo de vida, com mais #consciência, #saúde e #felicidade.
Desde o artigo anterior, venho observado em mim um desconforto para escrever o próximo artigo. Uma sensação de estar em dívida com você pela demora em escrever. E, com isso, uma série de emoções desgastantes, capazes de me colocar no meu pior estado: culpa, procrastinação, frustração.
Quantas vezes não nos consumimos por estes estados emocionais que desgastam a nossa energia e nos fazem acreditar que não somos bons o suficiente? Alguns de nós vivenciam com tanta frequência estes sentimentos e atitudes, que se tornam vícios.
Vícios? Sim, estados emocionais disparam bioquímicos. E quanto mais frequentes e familiares se tornam, mais nosso organismo sente falta e quer mais. E, inconscientemente, passamos a atrair mais e mais situações que nos fazem vivenciar estes estados. Para mais consumir os bioquímicos associados.
A consciência do poder da coerência me permitiram tomar uma atitude construtiva para mudar o meu estado.
Quando me percebi vivenciando estas emoções da culpa, que dispararam bioquímicos que me deixaram ainda pior, o chamado para a coerência: pausa, acolhe, pratica para gerar energia coerente nos seus sistemas, e reflete: estou atrasada porque estou fazendo outras coisas importantes para o propósito maior de exponenciar coerência; demoro porque me deparei com novidades da vida que clamaram por mais atenção. E me preparei e tirei férias, precisei desconectar para voltar mais criativa e entusiasmada com o que está por vir.
Quando me percebi vivenciando estas emoções da culpa, que dispararam bioquímicos que me deixaram ainda pior, ouvi o chamado para a coerência. Pausei, acolhi, pratiquei coerência para gerar energia coerente nos meus sistemas e refleti: estou atrasada porque estou fazendo outras coisas importantes para o propósito maior de exponenciar coerência; demorei porque me deparei com novidades da vida que clamaram por mais atenção. Então, segui com os preparativos para as férias que tiraria; precisava desconectar para voltar mais criativa e entusiasmada com o que está por vir.
O exercício contínuo da autoconsciência e a prática constante da coerência nos torna campeões de resiliência.
Resiliência é esta competência que podemos desenvolver que mantém a energia dos nossos sistemas alta, e nosso sistema nervoso flexível para lidar com os desafios da vida. A imagem é do bambu, que enverga mas não quebra, e volta sempre ao estado original.
Resiliência também passa pela autoconsciência: apenas nos conhecendo e entendendo o que nos drena e o que nos recarrega é que podemos fazer escolhas conscientes para gerenciar nossa energia.
Quanto aos sentimentos desgastantes que fui produzindo ao me culpar pela demora em escrever o artigo, o exercício de autorreflexão me permitiu identificá-los, acolhê-los e transformá-los em autocompaixão, entusiasmo e agir - agir ao praticar ainda mais coerência com a intenção de mudar a qualidade do sentimento associado ao fato, e para produzir energia coerente para me colocar em um estado de mais qualidade, com mais criatividade e inspiração para escrever.
Coerência é também o entendimento de que somos humanos e de que são inúmeros os fatores que nos tiram do centro. Saber identificar o estado de incoerência é o primeiro passo para escolher mudar.
Resiliente fui no pré-férias, com aquele acúmulo natural de tarefas antecipadas para cumprir agenda na merecida ausência. Ainda mais resiliente fui, pois em função de alguns atrasos, o teste do BeHeart , minha startup, começou exatamente na semana antes das férias. Consegui manter a energia alta, o sono em dia, e a prática de coerência bem em ordem. Era tanta, tanta coisa, e eu dando conta.
E aí, o imponderável: peguei dengue! Cinco dias antes de embarcar para a viagem dos meus sonhos, uma experiência de bike pelos Andes argentinos, meu corpo padeceu. E me fez parar. E lidar com o limite físico.
Resiliência em dia, e a vida me testa: acolher, aceitar e fluir ouvindo a voz do coração. No dia de embarcar para a Argentina, não fui. E escolhi a entrega à revolta; a aceitação à frustração; a voz do coração à teimosia da mente.
E esta atitude coerente trouxe uma série de sortes e sincronicidades para a minha viagem. Encontros, oportunidades e alegrias que só foram possíveis porque viajei dois dias depois, em um voo que me conectou com outras oportunidades e pessoas. E fez das minhas férias a melhor viagem da minha vida, com experiências que transformaram a minha forma de ver o mundo, estimularam a curiosidade pelo novo, e me transformaram para sempre.
Coerência é aprender a fluir pela vida com confiança de que o coração está liderando o movimento. Precisamos apenas aprender a ouvi-lo a segui-lo na certeza do correto fluir.
Sim, é ótimo ser resiliente e poder lidar com tudo que vem. Mas transcender a rotina e abraçar a coerência do universo é levar nossa vida a um novo patamar: o da evolução.
E, para concluir, o momento deste artigo é este. Apenas este. Não teria o mesmo valor se tivesse sido escrito em um momento diferente.
Que possamos nos abrir para os "vícios" da curiosidade e do entusiasmo de uma vida coerente, que flui a partir de um saber maior, e se comunica pela sincronicidade e pela ordem.
Assim é a #coerência. E a vida baseada no coração.
#respiranocoração
#irradiacoração
#coerênciacardíaca
#sejacoração
#beheart